"Vivemos, agimos e reagimos uns com os outros; mas sempre, e sob quaisquer circunstâncias, existimos a sós. Os mártires penetram na arena de mãos dadas; mas são crucificados sozinhos. Abraçados, os amantes buscam desesperadamente fundir seus êxtases isolados em uma única autotranscendência, debalde. Por sua própria natureza, cada espírito, em sua prisão corpórea, está condenado a sofrer e gozar em solidão. Sensações, sentimentos, concepções, fantasias - tudo isso são coisas privadas e, a não ser através de símbolos, e indiretamente, não podem ser transmitidas. Podemos acumular informações sobre experiências, mas nunca as próprias experiências. Da família à nação, cada grupo humano é uma sociedade de universos insulares."
Aldous Huxley
Venho falando sobre esta passagem (do livro As Portas da Percepção) com muita gente, e há muito tempo. Hoje lembrei novamente, não sei porque, enquanto tentava (ou será que tento, ainda?) organizar meus pensamentos. Bem, aí está. O livro continua comigo. Creio que está esperando para ser lido novamente (e agora por uma pessoa já muito diferente da que o leu pela primeira vez), antes de voltar para sua dona. Talvez seja o momento. Preciso mesmo estar mais atenta à minha percepção.
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Um comentário:
Bem não sei muito bem o que comentar até me interar melhor dos fatos.
Mas pelo menso você escreveu! ahahahahahha
Poliana way of life! Vamos ver o lado positivo!
Tudo bem eu sei que você quer me dar um tiro! A gente resolve isso depois!
hahahahhaha
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